Equipas do H.C.T.

Seniores
Futsal
Juvenis

Últimas do Fórum

Miúdas Fantásticas
rokinho 18-07-10 13:16
Re: Luís Coelho Deixa HCT Rumo À Alemanha
marco lourenço 30-06-10 10:28
Re: Juniores na Final Four
Catarina. 05-06-10 22:30
Muitas Diferenças
fcabaco 18-03-10 18:57
Re: Começou com nível a prestação dos j...
ACL 17-02-10 17:14
Grande vitória!!
João 07-02-10 01:01
Novas regras no Chat da HCT Tv
ZEROSALUIS 30-01-10 21:10
Feliz Natal
marcosassunção 12-12-09 14:59

Mais...

Autenticação






Esqueceu a senha?
Sem conta? Criar Conta!

Aniversariantes

Bruno Silva
Bruno Silva
... vai fazer 30 anos
dentro de 4 dias em 05 de Agosto 2010
(05.08.1980)
David Oliveira
David Oliveira
... vai fazer 29 anos
dentro de 10 dias em 11 de Agosto 2010
(11.08.1981)

Difusão de Notícias

 
Possível PDF Imprimir e-mail
Escrito por HCT.pt   
08-Mar-2010

Image 

O percurso dos Iniciados do HCT na zona C do Campeonato Nacional do escalão tem tido mais baixos que altos e tem também sido marcado por alguma polémica em algumas deslocações que os pupilos de André Luís têm efectuado. As três derrotas em quatro jogos, todas elas fora de portas, não auguram um futuro risonho na competição, mas tudo é possível para uma equipa com valor e que promete crescer nos próximos jogos. Conheça todo o percurso destes jovens atletas.

 

Início Prometedor 

O momento era de alegria e de vontade de querer mostrar o valor que todos assumem que esta equipa possui. Estava aí a competição por que tanto os atletas ansiavam e o início do nacional trazia até ao reduto alvinegro a Física de Torres Vedras, oponente tradicionalmente difícil, que se sabia, à partida, vir a Turquel para explorar o contra-ataque. 

 

O HCT iniciou o jogo praticamente a vencer, pois foi ainda dentro do primeiro minuto que Paulo Milhinhos aproveitou Nuno Ribeiro bem colocado na posição de pivôt assistindo para o 1-0. O 2-0 surgiu pouco tempo depois, após excelente combinação nas costas da baliza, assistência de Anderson Luís e João Tiago a fuzilar as redes contrárias. Este resultado dava tranquilidade para gerir os acontecimentos com mais equilíbrio. Ao intervalo, 2-0 e uma exibição imaculada. 

 

Após o descanso era importante conseguir segurar a entrada inicial da Física e colocar um ritmo mais baixo no jogo, com longas trocas de bola, evitando deste modo uma reacção mais contundente dos forasteiros. Apesar da equipa estar a cumprir estes requisitos, o terceiro golo não surgiu e os comandados de André Luís caíram no erro de ir à procura da segurança desequilibrando a equipa em ataque organizado. A Física cresceu e conseguiu o 2-1 em contra-ataque, mas os visitados foram “bafejados” pela sorte, já que um minuto depois Pedro Batista aproveitou passe de Paulo Milhinhos para encostar fácil ao segundo poste no 3-1. Instantes depois, na 10ª falta de equipa dos visitantes, Anderson Luís transformou o respectivo livre directo no 4-1. A partir deste momento o jogo estava praticamente garantido e com inteligência e paciência acima da média, a equipa conseguiu mais dois golos de fino recorte técnico/táctico, primeiro foi Anderson Luís a bisar, aproveitando um bloqueio para finalizar de remate enrolado e depois foi João Alves a aproveitar nova assistência de Paulo Milhinhos para cortar por entre a defensiva contrária e fazer o 6-1 final.  No primeiro jogo desta prova, era importante garantir os três pontos em casa e isso foi conseguido.  

 

Não deixaram e...dava para mais! 

Depois de terem entrado com o pé direito na competição e vindos de uma vitória em casa frente à Física, os Iniciados tinham desta vez um compromisso importante no reduto do tradicionalmente difícil Hockey Club de Sintra.  

 

A equipa entrou no jogo demasiadamente na expectativa, a previsibilidade em ataque era grande e a segunda bola era sempre ganha pelo adversário ainda na zona defensiva alvinegra. O início do jogo não tinha ritmo de parte a parte e só uns ataques rápidos traziam alguma emoção. O Sintra marcou o primeiro golo do jogo, num lance onde os turquelenses demoraram uma eternidade a tirar a bola da zona perigosa. No entanto o empate chegou de seguida com João Alves a descobrir Nuno Ribeiro na posição de pivôt e este último, em rotação, conseguiu um golo de belo efeito. Contudo, novo erro no alívio de bola da zona perigosa a dar a vantagem ao adversário num golo tirado a papel químico do primeiro. Numa desatenção defensiva na transição rápida do Sintra, surgiu o 3-1, resultado ao intervalo.  

 

No segundo tempo tudo foi diferente, o HCT exerceu uma pressão alta muito bem executada, o adversário sentiu muitas dificuldades para conseguir efectuar a transição defesa/ataque e Anderson Luís aproveitou para fazer o 3-2. Os forasteiros estavam agora mais fortes em ataque organizado, com muitas entradas com bola, mas, contra a corrente do jogo, surge o 4-2 numa má transição defesa-ataque por parte do HCT. Com um espírito enorme, a equipa reagiu e Anderson Luís bisou, voltando a reduzir, desta feita de livre directo na 10ª falta adversária. Já dentro do último minuto surgiu o empate, de forma dramática, com Anderson Luís a assistir Nuno Ribeiro para também ele bisar no 4-4. A seguir aos festejos, passaram-se coisas muito estranhas que em nada dignificam o hóquei. Tudo começou com Nuno Ribeiro a levar azul por deixar cair o stick nos festejos do 4-4, sendo que o árbitro não teve o bom senso de perceber o momento de alegria que os jovens atletas sentiam, optando por excluir o Nuno por dois minutos. Em seguida a 10ª falta dos alvinegros foi assinalada após um jogador do Sintra jogar o esférico no chão e na sequência, para completar o ramalhete, Anderson Luís levou azul por ter tirado as luvas, para amparar o sangue que lhe escorria pela cara, depois de uma cotovelada de um contrário. No respectivo livre directo o Sintra fez o 5-4 final quando faltavam apenas 20 segundos para jogar. Apesar de todo o esforço, que foi posto em causa pelo árbitro da partida Carlos Brás de Lisboa, parabéns à equipa pela vontade demonstrada, que só foi vencida por acontecimentos estranhos que se passam no hóquei em patins em Portugal e que vão acontecendo regularmente, imagine-se, em escalões como o de Iniciados.  

 

Um “abre olhos” 

Após a primeira derrota averbada em Sintra, num jogo com contornos estranhos, inverteu-se a jornada para uma deslocação a Santa Cita para defrontar, no seu reduto, um “velho conhecido”. Num encontro arbitrado por Teófilo Casimiro do Ribatejo, a importância da conquista dos três pontos era grande, tornava-se imperativo vir de Santa Cita com a vitória. 

 

O jogo começou e o HCT colocou-se em vantagem desde cedo por intermédio de Anderson Luís após assistência de Nuno Ribeiro. Este golo permitiu aos pupilos de André Luís circular a bola em busca do segundo golo, mas também funcionou como sedativo, pois parece que adormeceu a equipa. Foi então que a equipa da casa aproveitou essa passividade e por duas vezes, frutos da sua maior arma, a meia-distância, virou o resultado para 2-1. O HCT não se acomodou e foi atrás da “cambalhota” no marcador, que viria a conseguir ainda antes do intervalo. Primeiro foi João Alves que num contra-ataque conduzido e bem finalizado pelo próprio empatou a duas bolas. Depois foi Anderson Luís que em lance individual, conseguiu o 2-3 bem perto do descanso. 

 

Após o intervalo tudo foi diferente, a pressão que os alvinegros exerciam funcionou de forma invertida, o adversário estava a conseguir sair a jogar por inépcia turquelense e empatou na recarga a um livre directo. Ainda assim a equipa não perdeu a compostura e num livre frontal trabalhado conseguiu nova vantagem por intermédio de João Tiago, 4-3. No entanto os visitantes mostraram-se demasiado ambiciosos, voltaram a pressionar e fizeram-no mal, pelo que em mais uma meia-distância o Santa Cita empatou e já perto do final marcou o golo da vitória num lance incrivelmente facilitado. Faltavam 3 minutos e o HCT foi em busca de nova reviravolta, mas não havia nada a fazer. No final existiram alguns comportamentos que não são compatíveis com os pregaminhos do clube, num jogo que não se podia perder. A rever! 

 

Oportunidade Desperdiçada 

No terceiro jogo consecutivo fora de portas, de uma série de três, os alvinegros tinham pela frente aquele que é considerado como o adversário mais difícil da Zona C deste Campeonato Nacional de Iniciados, o rival de muitas andanças, o S.C. Tomar. A arbitragem, tal como em Santa Cita, ficou a cargo de um “equivocado” Teófilo Casimiro. 

 

A partida teve o seu início e o HCT entrou de forma fantástica, assumindo o controlo do jogo, tapando os caminhos para a sua baliza de forma perfeita e atacando a posse de bola adversária com trocas de marcação ofensivas, pressionando o portador da bola. Este empenhamento defensivo estava a permitir ganhar muitas bolas e ter muita posse em ataque organizado. Aí, houve exploração dos corredores laterais, jogou-se muito em bem nas costas da baliza e a meia-distância surgiu com propriedade. Sensivelmente a meio da etapa inicial os alvinegros tiveram um golo muito mal anulado pelo árbitro da partida por pertenço toque intencional com o patim. Uma decsião incrível de Casimiro, já que João Tiago toca na bola com a caneleira após ressalto de bola num stick nabantino. Ainda assim os turquelenses mantiveram a postura e com um controlo emocional grande, chegaram à vantagem após stickada de meia-distância colocada, por intermédio de João Alves, 0-1. Antes do intervalo em mais um lance disparatado do árbitro da partida, que poderia ter outras consequências no resultado, João Tiago foi impedido de realizar uma situação de 1x0 com a falta a ser incrivelmente marcada a favor do Tomar, depois do alteta visitado ter agarrado o João enquanto este se isolava. Ao intervalo a vantagem turquelense (0-1), pecava por escassa. 

 

No segundo tempo tudo foi diferente, a começar pela entrada em jogo, com dois segundos de jogo os alvinegros sofreram um golo impossível de trás do meio-campo, com João Alves a não conseguir pressionar o portador da bola e a guardiã Alice Vicente a colocar-se mal para abordar a trajectória da bola. No minuto seguinte novo golo sofrido numa stickada sem ângulo de remate que ressaltou no ombro da Alice e entrou, 2-1. O time-out foi pedido e acalmaram-se as hostes, a equipa tentou assentar o seu jogo e voltar a trocar a bola para encontrar espaços, no entanto abriram-se brechas na rectaguarda e surgiu o 3-1 em novo golo estranho onde o atleta tomarense, em posição frontal, acerta mal na bola e esta entra enrolada e de forma caprichosa na baliza alvinegra para o 3-1. A hora era crítica e havia que levantar a cabeça, foi assim que numa situação de 3x2 Anderson Luís reduziu para 3-2 com stickada frontal. Poucos minutos mais tarde, nova contrariedade, Teófilo Casimiro exibe azul a Anderson Luís num lance que pareceu involuntário, a equipa ficou com três elementos durante 2 minutos já que Alice Vicente defendeu o livre directo, no entanto, com pouco tempo para jogar e já com 9 faltas de equipa,  a equipa teve de pressionar e cometeu a 10ª falta de equipa que deu o 4-2, já dentro do minuto final do encontro. Soube a pouco e desta vez...a equipa merecia mais.  Com quatro jogos efectuados, o HCT ocupa a 5ª e penúltima posição da tabela classificativa, com apenas três pontos conquistados, fruto de uma vitória em casa frente à Física e três derrotas fora frente a Sintra, Santa Cita e Tomar. O conjunto alvinegro tem 16 golos marcados e 15 sofridos, encontrando-se a 7 pontos do líder Tomar que tem 10 pontos.   

Na 5ª e última jornada da primeira volta desta competição o Hóquei Clube de Turquel recebe o Sporting Clube de Portugal, um jogo decisivo para as aspirações do conjunto orientado por André Luís. O encontro realiza-se às 15h do próximo Domingo dia 14. Venha ao pavilhão apoiar o HCT!!

Actualizado em ( 10-Mar-2010 )
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >

Imagens

Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />34<br />24
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />88
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />96
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />34<br />07
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />34<br />11
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />49
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />51
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />56
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />10
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />01
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />02
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />03
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />04
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />05
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />98
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />33<br />00
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />91
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />87
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />82
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />83
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />47
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />54
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />66
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />41
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />36
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />27
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />20
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />19
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />18
Categoria: 004. HCT x Gulpilhares
ds<br />c_<br />32<br />09

Seniores

Futsal

Juvenis

Quem está Online

Temos 116 visitantes em linha

Powered by Sector 9